Serviço · Testes & Certificações
Testes, orientação regulatória e acompanhamento de certificações para o produto chegar ao Brasil dentro das normas.
Produto fora da norma pode ficar retido na alfândega ou ser barrado na venda. Os testes e a análise de conformidade feitos antes do embarque reduzem esse risco.
A BCVN coordena testes de produto, apoia a adequação às exigências brasileiras e acompanha o processo de certificação junto aos organismos competentes.
A BCVN coordena e acompanha o processo. Ela não é organismo certificador nem laboratório emissor de laudo: certificados e laudos oficiais são emitidos pelos organismos e laboratórios competentes.
Muitos produtos caem em mais de um órgão ao mesmo tempo, como um aparelho elétrico com Wi-Fi, que pode precisar de Inmetro e de Anatel. Por isso a análise começa pela NCM e pela função do produto, e não pelo nome comercial.
A certificação costuma ser a etapa mais longa da importação de um produto regulado, e por isso começa antes do pedido, não depois. O prazo depende do órgão, do regulamento e do laboratório, e entra no cronograma da proposta.
Depende do produto e da sua classificação. Alguns itens exigem certificação compulsória do INMETRO antes de poderem ser comercializados no Brasil. O guia da BCVN explica como verificar se o seu produto está na lista.
Muitos eletrônicos exigem homologação da ANATEL e, dependendo do tipo, também certificação do INMETRO. Confira o guia da BCVN sobre homologação de eletrônicos importados.
Produtos de origem vegetal e animal e insumos agrícolas têm exigências sanitárias específicas. A BCVN apoia o processo com testes e acompanhamento junto aos órgãos competentes.
Não. A BCVN coordena e acompanha o processo, mas certificados e laudos são emitidos pelos organismos certificadores e laboratórios competentes.
Antes. Testar na origem permite corrigir o produto com o fornecedor e evita carga retida ou rejeitada depois da chegada ao Brasil.
Uma empresa brasileira: em geral o importador, ou o fabricante por meio de um representante no Brasil, conforme o regulamento do produto. A fábrica chinesa fornece amostras, documentação técnica e, quando aceitos pelo organismo brasileiro, laudos de ensaio, mas não obtém sozinha o selo ou o registro no Brasil.
Depende do regulamento e do organismo que conduz a avaliação. Em alguns casos o ensaio feito no exterior é aceito, em outros precisa ser refeito em laboratório reconhecido no Brasil. Por isso a conferência vem antes de pagar qualquer teste: um laudo que o organismo brasileiro não aceita é dinheiro gasto à toa.
O valor depende do escopo. Conte o seu produto e o seu pedido e a BCVN responde com a proposta.